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Ah, O amor... Muito amor! O que é o amor senão a vontade de chorar na ausência e de sorrir na presença !? Acredito que se pode amar pessoas e coisas também. Então vamos adiante... Amo minha calça jeans desbotada, minha blusa estampada e meu tamanco "pé de urso". Amo aquele dia ensolarado, amo fim de semana, amo aquele livro policial e um belo seriado na TV. Amo cada flor do meu jardim e cada dente de leite que meus sobrinhos perderam nos últimos anos. Amo as folhas de minha agenda, cheias de anotações que só eu posso ler. Amo praia vazia, só eu e o sol. Amo o vento que assanha o meu cabelo e o cheiro de mar. Amo fotografia (e como amo) e amo minhas enteadas, mesmo nesta dura fase da adolescência, quando estão danadas demais. Amo minha casa, com suas janelas para fechar e dias de chuva. Ah e amo a chuva em dias de folga, claro, quando posso ficar ouvindo aquele barulho maravilhoso que ela faz, bem enroladinha no meu lençol, mui amado, diga-se de passagem. E a minha cama, que cama amada. Meu amado, hummm, esse então... nem se fala... que homem amado...rsrsrsrs. Amigos, nem vou falar que os amo, ficaria piegas. Mas os amo sim. Cada um deles. Dos que reclamam que eu não apareço ou ligo, até aqueles que já cansaram de reclamar e me aceitaram assim mesmo. Ai, eu amo. Amo escrever. Amo ler. Amo falar. Amo ficar calada (coisa rara). Amo comer (evidente, né!). Amo tanto e tantas coisas, que às vezes dói. Amo meus cachorros lindos, que latem de madrugada. Amo as noites insones, que sempre servem para inspirar algo de bom. Amo meu computador, mesmo ele quebrando nos momentos mais inoportunos. Amo as modernidades. O que seria de mim sem a Internet. Nossa, que internet amada. Amo as lojas de conveniências e de importados. Deus me afaste delas, mas eu às amo de paixão. Amo pessoas, bichos, coisas. Amo famílias, crianças, amo velhinhas lindas que me lembrem minha avó amada. Lembro que antes eu não amava tanto. Na verdade, estava mais preocupada em ser amada. Nessa época, queria que gostassem de mim, mas sempre achava que ninguém gostava e por isso queria agradar para que assim me amassem. Com o tempo, acho que me revoltei (coisas de gente jovem) e resolvi não ligar mais para isso. Tipo, "quem quiser me amar, que me ame do jeito que sou e pronto". Aí me vi amando sem preocupação e cada vez mais pessoas e coisas. Claro que como toda criatura imperfeita, ainda existem "coisas" que não consigo amar. Mas isso fica para depois, claro que não vou enumerar isso. Na verdade, vou continuar tentando amar esses também. Quem sabe um dia eu consiga. Por hora, vou amando meu tempo, meus dias ensolarados, meus amigos, meus sobrinhos lindos e minha vida. Ô vida boa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Cleide Almeida é jornalista do Feira News cleidemaisfm@hotmail.com (75) 9136-2089
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