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Ser ou não ser
sedutora?
Eis a questão.
Um simples olhar, um passar de mão pelos cabelos, uma
piscadinha...
Eu por exemplo, adoro esse jogo, mas de uma maneira meio
diferente. Nada de galinhagem.
Veja bem: você está sentada num banco na praia, num
parque, num shopping ou até quem sabe no banco de um
ônibus e de repente se depara com AQUELA pessoa que é a
dos seus sonhos. O que fazer numa hora dessas? Eu por
exemplo, não sei o que fazer com as mãos então resolvi
inventar um pequeno "truque". Não saio de casa sem meu
indefectível creme para mãos dentro da minha bolsa.
Você deve estar me perguntando: Mas o que um creme para
mãos tem a ver com o ato de seduzir? Eu explico: De
repente me aparece um bofe escândalo e pinta um clima de
paquera. Vai que ele seja tímido? O que eu faço? Abro a
bolsa, pego meu creminho, abro-o, coloco um pouco na
palma da mão, fecho-o, guardo-o (tudo isso olhando para
o eleito com aquela cara de "pidona") e começo a
massagear minhas mãos (sempre impecáveis, diga-se de
passagem). Simples assim.
Perguntei para um amigo o que ele achava e ele me
respondeu: É o máximo.
Outros me disseram: Já parou para pensar o que se passa
pela nossa cabeça? Ficamos imaginando o que você é capaz
de fazer com essas mãos (ponto positivo para mim).
Mas, como todo jogo de sedução não se resume a um
simples esfregar de creme nas mãos, aí vão algumas
dicas:
1) Seja você mesma. Sempre. É impossível enganar por
mais de quinze minutos;
2) Quando estiver conversando com alguém, olhe-a nos
olhos. Faça com que a pessoa sinta-se única e especial;
3) Nada de cruzar os braços em frente ao corpo. Dá a
impressão de descaso;
4) Por favor, com licença e muito obrigado são as três
palavrinhas mágicas do tempo de nossas avós que, até
onde sei, não caíram em desuso;
5) Na dúvida, sorria.

Cleide Almeida é jornalista do Feira News
cleidemaisfm@hotmail.com
(75)
9136-2089
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